Na nossa história, não existe impossível.
É assim desde que Tapyr chegou exaurido de Guarauninha e fechou o gol contra o Savóia, em 1925.
Foi assim quando Marreco marcou aquele golaço de falta, vencemos os coxas e comemoramos com febre e narizes escorrendo em 1933.
O impossível não deu as caras na velha Baixada, quando o Ziquita desafiou a lógica, o tempo e a física e marcou aqueles quatro gols em 12 minutos em 1978.
Também não apareceu no Morumbi em 1983, quando Roberto Costa defendeu como um anjo e Assis apareceu para despachar o São Paulo.
E quanto estivemos por duas vezes eliminados no tempo normal e depois com dois pênaltis de desvantagem, naquela noite na Vila Capanema em 2014? Não vimos o impossível por lá.
Em 2018, quando o juiz apitou aquele pênalti na prorrogação contra o Junior Barranquilla, ninguém viu ele no gramado da Arena.
Nem quando tínhamos que reverter uma vantagem de dois gols daquele time que se dizia imortal, em 2019.
Hoje, a classificação pode não vir em Buenos Aires.
Mas o impossível, amigos… Esse não é, nem nunca será rubro-negro!