A glória celestial resplandece no horizonte onde num piscar de luz deixa de ser azul para tornar-se imortalizada nas cores vermelho e preto num manto épico e sagrado de uma glória triunfal de uma sonhada conquista que acaba de ocorrer na cidade de Guayaquil no Equador. O General de Batalha Thiago Heleno ergue a taça de campeão das Américas e um grito de alegria, êxtase e forte emoção passa pela cabeça e pelo coração de cada torcedor athleticano
No esplendor das quatro linhas do gramado onde acabara de encerrar a vitoriosa batalha, um homem chora vertiginosamente a conquista de um sonhado e sofrido título. Lá estava o mentor intelectual de toda essa façanha, um ser visionário que anos atrás depois de uma vexatória derrota para seu arque rival gritou em alto brado que tornaria o Clube Athlético Paranaense gigante e respeitado em todo o mundo. Era Mário Celso Petráglia o realizador de promessas cumpridas que mais uma vez fez transbordar a emoção no bico da chuteira.
Momentos antes os guerreiros da Baixada colocavam na roda os rebolados urubus da Gávea e mostravam para o mundo o sinônimo da garra, da luta e da categoria. Ao apito final o grito de “É Campeão” saltou das gargantas e do peito de cada apaixonado torcedor do Furacão.
Sonhar não custa nada e essa apoteose está prestes a ocorrer nesse dia 29 de outubro de 2022. Será o dia que comemoraremos a gloria eterna de um grande campeão. Salve o Furacão, salve nossos atletas, salve nossos torcedores e um grito de agradecimento ao querido “Tio Pet” que pontificou nossa glória imortal.
Carlos Queiroz Maranhão
jornalista